Rock in Rio II – 23 anos de Faith no More no Brasil

Um conto chamado Rock in Rio II com Faith no Morerock-in-rio-1991-1377053908267_1024x768

Coletiva Faith No More Rock in Rio II

 A Segunda Edição do Rock in Rio II, acontecia no início de 1991 e hoje, dia 20 completou 23 anos da primeira apresentação do Faith no More em terras Brasileiras. Precisamente no estádio do Maracanã, local escolhido para a segunda edição do RIR. Conhecido por suas diversas atrações musicais, futebolísticas e até religiosas.  O Estádio já contou com a presença de Prince, Madonna, Frank Sinatra, Kiss, Tina Turner, Gun´s Roses, Faith no More, Rolling Stones, Paul McCartney, Ivete Sangalo, entre outros.

O Estádio do Maracanã, ponto incluso como turístico no estado do Rio de Janeiro, passa por grande reforma para sediar o Campeonato Mundial de Futebol , ( World Cup 2014) daqui 5 meses aproximadamente.

As histórias se repetem 

…E foi pesquisando que descobri algo bem interessante, que SINCERAMENTE eu não sabia. Devo prestar mais atenção no que o  Guia Turístico falar na próxima visita ao Rio. Mas, consultei e vemos que diversas histórias do Brasil se repetem, ou apenas não mudam. O Estádio do Maracanã foi construído em 1950, justamente para sediar a Copa do Mundo devido a Europa estar com inúmeros problemas causados pela Segunda Guera Mundial. Porém teve sua obra contestada e foi vítima das diversas opiniões e queixas pelo dinheiro gasto em sua construção, assim como acontece agora. em sua reforma, 6 décadas depois para sediar a Copa do Mundo.

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A Primeira edição do Festival aconteceu em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Passaram-se 6 anos para a segunda edição do festival que reuniu 42 bandas para um público de 700 mil pessoas.  Entre as 42 atrações algumas das bandas internacionais foram:

 A-HA, Billy Idol, Colin Hay, Debbie Gibson, Dee-Lite, Faith No More, George Michael, Guns N’Roses, Happy Monday, Information Society, INXS, Joe Cocker, Judas Priest, Lisa Stansfield, Megadeth, New Kids on the Block, Prince entre outras internacionais e as nacionais.

O Festival

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A fama, o reconhecimento  e o Assédio …

A partir da apresentação do Faith no More na noite de 20 de Janeiro, a banda que até então era mais conhecida pelos  clipes na programação da  MTV, fez uma apresentação tão surpreendente quanto a esperada pelos fãs, assim o Faith no More ganhou muita popularidade em todo território nacional  se tornando frequente nas rádios e  HITS do álbum The Real Thing ficou nos tops e programações de rádio por muito tempo, originando uma segunda turnê meses depois.

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Ao passar por Manaus,Rio, São Paulo, Recife entre outras cidades a banda se fez super popular no Brasil. Fãs alucinadas , Posters  em revistas TEEN, entrevista ao Fantástico, notas em jornais, que podem ser encontradas na revista veja e no acervo Folha de S. Paulo. O FNM virou febre, contagiando até no estilo de vestir dos adolescentes da época. Pois o bermudão  largo, Camiseta e Camisa Xadrez na cintura, era marca e referencia do rapazinho vocalista chamado de Mike Patton.

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Saudades absurdas e febris daquela época. Nós, que já temos trinta e poucos anos ou mais, sabemos o que é boa música de verdade.  Não que hoje elas não existam. Sim, elas andam por ai em gavetas, mas é estranho observar tudo que pode mudar em duas décadas. Ou talvez, estamos apenas ficando velhos.

 

Brujeria faz show em São Paulo na Clash Club

Brujeria

Brujeria

A  Clash Club traz de volta ao Brasil o lendário Brujeria. Uma das bandas mexicanas/ estadunidenses mais cultuadas  e com uma das trajetórias mais peculiares dentro do heavy metal, o Brujeria nasceu no início dos anos 90 como um supergrupo formado por integrantes de bandas como Fear Factory, Billy Gould – Faith No More, Napalm Death, Dead Kennedys, Carcass, At The Gates e Cradle of Filth.

Hoje o Brujeria tem como membros permanentes os vocalistas Juan Brujo, Fantasma e Pinche Peach. Os outros músicos, que acompanham esse trio, variam a cada álbum e cada turnê e escondem suas verdadeiras identidades, tocando sob pseudônimos e sempre mascarados. As letras do grupo, todas em espanhol, tratam de temas polêmicos como satanismo, sexo, imigração, tráfico de drogas, política e revolução. Alguns de seus discos se tornaram verdadeiros clássicos dentro da cena metal, entre eles: Matando Gueros (1993), Raza Odiada (1995) e Brujerismo (2000).

Atualmente o Brujeria trabalha num novo álbum, que tem lançamento previsto para 2014. Ainda antes do lançamento, a banda faz essa apresentação única, dia 09 de março (domingo) no Clash Club. Os ingressos já estão à venda.

Serviço
Show: Brujeria
Local: Clash Club – Rua Barra Funda, 969 – Barra Funda – São Paulo/SP
Data: 09 de março (domingo)
Abertura da casa: 18h
Horário do show: 21h
Ingressos Antecipados:
– PISTA
Primeiro lote R$60 (meia entrada e promocional) / Segundo lote R$80 (meia entrada e promocional)
– CAMAROTE
Primeiro lote R$120 (meia entrada e promocional) / Segundo lote R$160 (meia entrada e promocional)
Locais de venda:
Galeria do Rock – Rua 24 de Maio, 62 – Loja 255 – Centro – São Paulo/SP – Telefone (11) 3361 6951
Rock’n’Roll Burger – Rua Augusta, 538 – São Paulo/SP – Telefone (11) 3255 0351
Loja Ratus – Rua Dona Elisa Flaquer, 286 – Santo André/SP – Telefone (11) 4990 5163
Capacidade: 500 pessoas
Censura: 16 anos
Informações: http://www.clashclub.com.br/ / Tel: (11) 3661-1500
Estacionamento: R$20

Sobre o Clash Club:
Localizado na Barra Funda em um antigo galpão da década de 30, o Clash Club foi inaugurado em fevereiro de 2007 e, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais casas noturnas de São Paulo, com espaço para shows dos mais variados estilos de grandes artistas nacionais e internacionais.
Fonte: Batucada Comunicação

 

Swu – Faith no More

Há 2 anos acontecia o inesquecível show de Puffy, Roddy, Billy Gould , Jon e Mike Patton em Paulínia, interior de São Paulo. Talvez um dos shows mais comentados pela crítica e sites de música e entretenimento pela irreverência ímpar com a qual  o Faith no More  se apresentou.contando com Kcal Gomes na abertura   e a Orquestra Heliópolis, no coro de “Just a Man”.

Além do cenário ” Terreiro de Umbada”, não faltou Evidence em Português e o clássico “Porra Caralho” como intro de King for a day

En – Faith No More – Interview 1997 – The Albun Network Magazine

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By: Michael D. Vogel – 

© May 22, 1997. Michael D. Vogel. All Rights Reserved.

      Is there an archetypal locale in this great country of ours from which hardcore rock bands are formed? First responses might be Los Angeles, New York, Detroit or maybe even Washington D.C. But wherever this mecca of aggressive rock may lie, the humble and quaint surroundings of San Francisco, most probably don’t pop up very often in hard-edged comparisons. After all, the bay area is the home of the Grateful Dead, Jefferson Airplane and Journey to name a few. Although most of the members are involved in various side projects, a team sense of pride is deeply rooted within the band. It is a fierce energy that has bonded these men together for a career that has spanned fifteen years and seven albums to date. But this is not a happy band. The members of Faith No More feel they have not fully realized their potential nor have they received the attention they deserve. Plenty of rock and metal bands have incorporated different musical styles into songs, usually in very small doses. With Album Of The Year, Faith No More have taken the next step on the road to darker pastures. Battling constant rumors of a split and the ever- present battles in the court system, bassist Billy Gould took some time out to discuss the state of Faith No More and set the story straight. Faith No More has always been about explosive music, yet as of late the rumor-mongers and fortune-tellers of the music business have predicted the eminent implosion of the band. Let’s set the story straight! Billy Gould: “In a nutshell, here is our history – Faith No More have been together for almost fifteen years, releasing seven albums to date, one every two years. When any group of people are together for that long there is bound to be some turmoil, but nothing that was to overwhelming to resolve. As for rumors and insignificant gossip, we have been dealing with those kinds of breakup speculations since we recorded our first album. Our last album, King For A Day, Fool For A Lifetime was somewhat of any angry record. The material came out of the firing of our guitarist, Jim Martin. We all thought the band was lacking in guitar heaviness in the past. So our intention was to record an extremely guitar heavy album. Once the record was completed, we hit the road touring for a short nine months. Not wanting to be too burned-out, we stopped touring a little early and went immediately back into the studio to record a new album. “The way we work musically is a democracy. This process is a little harder because the album needs to be worked out to everyone’s satisfaction. As members of the band, we all realize there is a need to compromise, but at that same time there is also the desire to be able to exercise your own artistic vision. It is that reason, (Mike Patton has Mr. Bungle; Roddy Bottom started Imperial Teen; and Mike Bordin has been playing with Ozzy Osbourne); they all have their side projects. Each of these other projects is completely different from the others. “Once you get the demons out, then your ready to come back and face the war with a clear head. Each of our albums has been a logical progression. As far as a particular formula for our sound, we don’t follow any particular guidelines. A formula is not something that we could really hold onto. We are a real band: An organic entity that matures, experiences changes and gets older. As we see it, our responsibility is to grow in the most natural way as possible. Album Of The Year expresses that growth. Although, for a definition of the album, its’ meaning will probably not be evident for a couple of years – until we can all look back and see how it fits into the rest of our chain of records.” As an anti-formula band, Faith No More seems to thrive on the philosophy of concentrating on areas that are lacking from past albums. Is there a certain point you are trying to get across? BG: “The Real Thing might be unique and a little different from the mainstream, but for the most part it was a pop-rock album. Unfortunately, as a result, we had developed into almost a cartoon type band. In order to show a different, darker side of the band, we recorded the Angel Dust album. Although this was a heavier record, with a lot of atmosphere, it never really smacked you in the face. King For A Day, Fool For A Lifetime was really where we attempted to do just that. “We always try to do strengthen those area’s we feel are shallow. King For A Day was the release valve. An explosion of music that we really felt we needed to express. Our new record, Album Of The Year, is somewhat of an after effect. The debris has settled, leaving the exposed the wreckage. In all, it is a post explosion, moody album that deals with the topic of death.” Is this a manifestation of the D.i.Y. (Do It Yourself) philosophy? “If you think about the process of maturity, there are certain point where adolescence ends and adulthood begins. There are always certain things that signify each of these stages. But, for the most part, growth can be a very intense process. Bands of today are not encouraged to grow and develop, taking chances with their music. It is a very painful thing to do. So we took it upon ourselves to push who we are as a band and what we are representing musically. In more simple terms, we record what we heard inside of our heads and not necessarily what outside influences are dictating. “It is impossible to classify Led Zeppelin or Pink Floyd; they are in a group unto themselves. Similar to that, we want to create our own category, where there are no comparisons of any kind. People have always tried to classify our music. Some say we are metal while others say we are more funk oriented and still others think we are the perfect crossover mix. We would prefer people to say instead, Faith No More recorded a new album and it sounds like Faith No More! To be creatively satisfied is the ultimate goal of any musician. “The same can be said for the name of the album. It has really taken on a life of its own since coming up with the title Album Of The Year. On one hand it took a whole year to record, so it really is the ‘album of the year’. But is also a tongue and Cheek joke. It is a response to the way things are over-hyped these days. This level of hype and the threshold of a person’s credibility has been taken to such an extreme that the title becomes a relevant statement of the times.” Over the years many artists have been labeled wild cards – renegades that are outside the fringe of conventional music. Do you feel Faith No More is now caring that flag? “We have been ignored over the last couple of years. For a lot of people, especially in the music industry, everything would probably be better if we just went away. Our music makes it very difficult for radio programmers to categorize because we the wild card that doesn’t fit into any one format. If the world were orderly and neat with everything fitting into its’ predetermined slot, the whole business would run much more efficiently. But that is fantasy and this is reality. For better or worse, people today are on the bandwagon where everyone belongs to a particular group. So by giving the record the title Album Of The Year, it is our way of injecting a little obstinacy into reality.” In the past, Faith No More has shied away from the over use of toys that modern technology provides. Has the band now embraced the new age? “Our philosophy has always been that the more stuff you include on a record, the smaller the album becomes. As a result, we have always tried to keep things as minimal as possible. But then again there is nothing wrong with pro-technology either. The most important thing is that it works well with the music. “The beauty of modern technology is that it puts the power back into the hands of the musicians and away from studio tech’s and engineers who have, for the most part, made themselves a necessary part of the recording process. In the past a few thousand-dollar investment got a band a three-song demo tape with no flexibility for creative input from the band. Now, for that same investment, a band can buy a computer hard drive recording system and make demos to their own specifications. There is a certain amount of pride that goes with doing something for your self. For example, we edited this record in my basement. That’s not something that could have been accomplished five years ago.” You once said ‘The music business is disgusting’. Do you still feel that way? “There is a lot of hypocrisy in the industry. Most of today’s music mirrors what is going on in the business right now. This irresponsibility comes from the corporate nature music has evolved into over the last several years. A major reason why records aren’t selling is due to the lack of connection people have with the music. The industry is out of touch with what is written and recorded. In short, there is so much control over what is being released that the music tends to suit the needs of the people who are promoting it rather than those who are recording or buying it. “If you don’t sell records, the band is eventually going to get dropped from the label. A record companies vision is on a quarter-by-quarter basis. They are very short sighted; it’s part of the business. So, if you are going to pursue the path where you are self-reliant, you then run the risk of losing everything you have worked hard to achieve. There is also the realization that there may be no rewards at all, other than the self-satisfaction of enjoying what you are doing. For better or worse, we have taken that path. But I am relieved that, like this interview, it hasn’t all gone for nothing!” ^m^   Line-Up:                                                                                   Origin: Mike Patton – Vocals                                                            San Francisco, CA Jon Hudson – Guitar                                                                  Mike Bordin – Drums                                                                 Billy Gould – Bass Roddy Bottum – Keys About The Current CD: This is the seventh album from a career that has spanned over fifteen years. Other notable successes of Faith No More – 1989′s double platinum The Real Thing and 1992′s gold album Angel Dust. Discography: Album Of The Year (Slash/Reprise, 1997) King For A Day, Fool For A Lifetime (Slash/Reprise, 1995) Angel Dust (Slash/Reprise, 1992) The Real Thing (Slash/Reprise, 1989) Introduce Yourself (Slash/Rhino, 1987) We Care A Lot (Mordam, 1985) Produced By: Roli Mosimann, Billy Gould & Faith No More Label: Slash/Reprise  Website: www.fnm.com   © May 22, 1997. Michael D. Vogel.  All Rights Reserved. This originally appeared on the Vogelism blog at http://www.vogelism.com, authored by Michael D. Vogel. This article may be shared or reprinted as long as the entire copyright message, including the source location of this article, accompanies it.

Acervo Veja 1991- Faith no More show em Manaus

Mike Patton: camisa surrada e queda da bateria Robby, nos tempos do grupo e em Manaus : tatuagens e cabelo à Margareth Meneses

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SHOW Pauleira na selva
Com uma apresentação empolgante em Manaus, o Faith No More decola para sua primeira turnê pelo Brasil.
Quem foi ao show inaugural da tunê brasileira do Faith No More, no sábado dia 7, em Manaus, constatou que o grupo contraria ponto por ponto as receitas de sucesso do rock dos anos 90. O show do Faith No More não tem figurinos desenhados por Jean-Paul Gauthier, como o Blonc Amhition de Madonna, seu vocalista não tenta arrancar suspiros das fãs usando uma bermuda grudada ao corpo, como Alx Rose, e os integrantes do grupo não fazem exigências extravagantes para aparecer no noticiário, como Prince e suas 200 toalhas no Rock in Rio II.
Mas que ninguém se engane pelas aparências. O Faith No More,que já vendeu 120 000 LPs de seu disco The Real Thing
no Brasil, trouxe ao país um dos shows de rock mais empolgantes dos últimos tempos. que, após uma apresentação no Recife, na quinta-feira passada,segue ainda para mais sete cidades*.A banda é uma das mais mal vestidas da história do rock. Seu vocalista, Mike Patton, canta de touca, bermuda larga e comum a camisa surrada que amarra à cintura, à maneira de alunos de grupo escolar na hora do recreio. Cultuado até meados do ano passado apenas entre os fãs de rock pesado,o Faith No More decolou com clipes parar a MTV americana e um show histórico no Rock in Rio II para uma ascensão fulminante.

* Dia 15 em Brasília; 17 em Belo Horizonte; 18 e 19 em São Paulo: 20 no Rio de Janeiro: 22 em Santo André; 24 em Curitiba; e 27 em Porto Alegre.
nante e é hoje o mais promissor aspirante à galeria de super bandas internacionais. Esse sucesso rápido tem duas explicações. A primeira é que, desde que Prince, no início dos anos 80, sinalizou que o futuro da música pop estava na fusão entre o rock e os ritmos negros, poucos grupos realizaram tão bem essa combinação quanto o Faith No More. A segunda é que, além de contar com músicos competentes, o grupo tem um vocalista endiabrado. No show de Manaus, Mike Patton pulou, dançou.imitou assombração, se fingiu de morto, cantou em pé, senta-do e deitado, se esparramou sobre a platéia do gargarejo, equilibrou-se sobre os pratos da bateria, despencou de lá, machucou a perna, saiu carregado e ainda voltou com acorda toda para o bis — ou seja, fez por merecer os 55 000 dólares por show que o grupo espera arrecadar na turnê brasileira.
PIRANHAS NO IGARAPÉ

Com seu desempenho elétrico e pose de galã desajeitado, Patton agrada a um só tempo aos tis de rock heavy metal e ao público jovem feminino. Graças a isso, e apesar de o Faith No More não conta com um número considerável de sucessos nas emissoras de rádio, a empatia da banda é tanta que parece que todas as músicas do show — e não apenas o rap-rock
Epic e o cover do Black Sabbath War Pigs
estavam em primeiro lugar nas paradas da Amazônia.Os integrantes do grupo querem usufruir ao máximo seus quinze minutos de fama no  país. No Amazonas, se embrenharam pelo mato, apavoraram o empresário ao mergulhar, de madrugada, num igarapé cheio de piranhas. e o baterista Mike Bordin jura que aprendeu a conversar com os jacarés. Peripécias à parte, o grupo deve deixar marcada sua passagem pelo Brasil não pelas aventuras no mato, mas pela ótima música que toca.
GABRIEL DE LIMA, de Manaus
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O Menudo metaleiro
Uma vez Menudo. sempre Menudo. Aos 21 anos, Robby Rosa, que estilhaçou o coração das adolescentes brasileiras em cinco turnês à frente do grupo.entre 1985 e 1987. bem que tentou se desvencilhar do estigma. Cultivou uma cabeleira parecida com a da cantora Margareth Meneses. tatuou as mãos e os braços e formou uma banda pop. o Maggie’sDream, que abre os shows do Faith No More. Na estréia, Robby tentou posar de metaleiro. chacoalhando as vastas melenas. Não deu certo. As gatinhas de Manaus. loucas por um Menudo. vaiaram. Os fãs de heavy metal também. Irritado, Robby foi embora antes do programado, não sem antes cometer a grosseria de baixar as calças para a platéia, e ser chamada de Bicha pela platéia entre outros elogios que vieram a calhar.

Fonte : Acervo  Revista Veja

Billy Gould e The Talking Book um projeto musical que aguça visão e audição

Pra Falar de Billy Gould é necessário iniciar pela ligação típica “Baixista e Membro Fundador do Faith no More”, antes Faith no Man e Billy Gould já estava lá. Os anos se passaram, Faith no More, parou, retornou e de momento, parado está e nesse meio tempo, todos os seus integrantes e ex integrantes seguiram no mesmo nicho, ampliando seus conhecimentos e apresentando coisas novas e opostas.

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Hoje, Billy Gould é proprietário de uma gravadora e já criou, apadrinhou e participou de diversos projetos e bandas e ” The Talking Book”, considerado um projeto experimental que mistura umas série de elementos acústicos como por exemplo mixagem, ruídos, guitarra e projeção de imagens.  Resumir um show do ” The Talking Book” no comando de Billy Gould, Jared Blum e Dominic Cramp é abrir as portas da mente para uma viagem entre o melancólico e os momentos excitantes. Para sonhos e pesadelos embalados por música e imagens que aguçam seu cérebro a imaginar natural e de uma maneira incontrolável. Para onde ele irá não se pode saber. É muito pessoal e intransferível. Talvez eles queiram passar uma ideia, ou até mesmo várias. Mas quem acaba por definir a sensação passada pelo projeto sonoro é o locutor, cada um a sua maneira.

Veja a Entrevista concedida ao Dynamite online, mas trechos da Apresentação.

Galeria de Fotos: Cleide Fernandes e Carolina Veronez

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