Mike Patton Fan Art – Os melhores desenhos e imagens reproduzidas de Mike Patton

Uma coletânea de desenhos, caricaturas e artes digitais de Mike Patton

Eu tenho uma amiga maravilhosa que é fã de longa data de Mike Patton e Faith No More  que, há tempos, havia sugerido uma sessão de desenhos e artes para essa página. Assim que ao relembrar dessa ideia e  ver a quantidade de trabalhos artísticos baseados em Mike Patton, criei uma coletânea de desenhos e artes digitais para publicar. Eu particularmente sou péssima em desenhos e sei que a arte digital tipo Photoshop, Corel etc dá um super trabalho, requer tempo e assim como desenhar, requer inspiração.

Então das coisas legais que encontrei referente à retratos, reproduções e caricaturas, deixo algumas imagens a seguir.

Espero que gostem!

  Mike Patton Being Grumpy by randomshitstuff


Mike Patton Being Grumpy
by randomshitstuff

Mike Allan Patton na década de 90

Patton en la teleton by srdiazcomics

Patton en la teleton by srdiazcomics

Arte baseada na Apresentação de Faith no More no evento TELETON, no Chile sobre o inesquecível “…Gracias Don Corleone”

M__Patton_by_JRuined

M__Patton_by_JRuined

mike patton in colour by childproof

mike patton in colour
by childproof

God Hates A Coward – Tomahawk

by c delafuente

by c delafuente –

more: www.facebook.com/artofcristian

mike patton by shannont

mike patton by shannont

The Last of the Pattons by  childproof

The Last of the Pattons by childproof

God hates a coward by lady mignon

God hates a coward by lady mignon

Faith No More Angel Dust Starting 5 (Uses 'The Real Thing,' 'Angel Dust,' 'Introduce Yourself,' 'King For A Day...,' 'Album of the Year' covers behind each name) Michael B Sheehan / 2010

Faith No More Angel Dust Starting 5 (Uses ‘The Real Thing,’ ‘Angel Dust,’ ‘Introduce Yourself,’ ‘King For A Day…,’ ‘Album of the Year’ covers behind each name) Michael B Sheehan / 2010

With the Mouth of the Ocean by Chichaman

With the Mouth of the Ocean
by Chichaman – Baseado na canção Ashes to Ashes – FNM

E, acho que já posso fechar essa postagem com essa aqui, certo?

Indecision Clouds my Vision - Inspired  by FNM Song -   Childproof

Indecision Clouds my Vision – Inspired by FNM Song – Childproof

Baseada no videoclipe ” Falling to pieces” de Faith no More

Dedicado a Minha Amiga Marina, que faz Aniversário no dia de hoje, @chicamigrana, que cria  desenhos e artes bacanérrimas  e a querida Carol, que dissemina sua paixão musical  compartilhando informações e curiosidades AQUI

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4.6 Happy Birthday Fucker – Patton e seus 40 e poucos anos

Mike Patton completa 46 anos

Desculpem o atraso na atualização da página. Você pode seguir as novidades ao dia seguindo-nos pela Fanpage com as postagens Especiais dos 46º aniversário de Mike Patton por Carolina Veronez.

patton youngDe mocinho tímido à maluco, Patton conserva referências que não se perderam em seus aproximados 30 anos de carreira musical. Mike Patton, já participou de dezenas de projetos alheios, em parcerias e ainda conta com os seus próprios projetos desde o Mr Bungle até os últimos projetos lançados tais como: Tomahawk e Mondo Cane. Já foi ator, compõe trilhas para jogos, film score, faz dublagens, compõe e ainda é empresário.  Patton oscila entre uma timidez de adolescente e o sarcasmo de um sábio ancião.  Quando seus primeiros anos como frontman do Faith no More, curtia uma Coca-Cola, jeito desengonçado e o atrevimento em jogar piadinhas à primeira dama da época, Rosanne Collor e atacar contra a reputação de Xuxa em seus shows e entrevistas. A Rainha dos Baixinhos e Altinhos ,musa global que monopolizava o mercado de tranqueiras da época. Desde uma sandália de plástico infantil até anéis de chiclete. Acho que é bem o perfil de postura que Mike Patton detesta.

Mike Patton fez e ainda faz muitos fãs felizes, mas dosou o sucesso explosivo até uma certa medida, decaindo quase que propositalmente com a qualidade de seus álbuns junto ao Faith no More. Ele não perdeu o talento, não subiu em um palco sequer para um show que decepcionasse, mas simplesmente mudou e a crítica musical não deixou passar e assim em 1997 após o disco “Álbum of the Year”, Patton seguiu por outras diretrizes, assim como os demais membros. Mas seguiu fazendo o mesmo, música. Quem sabe dessa vez um pouco mais para si próprio.

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#rockday – Dia Mundial do Rock

Muita coisa pra contar aqui, mas como hoje é dia 13 de julho e hoje é o dia mundial do Rock, vamos dar um stop e falar um pouco sobre esse estilo musical e o motivo de um dia especial para sua comemoração.

rockday

No dia 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo na Inglaterra, Filadélfia e EUA, com bandas como The Who, Status Quo, Led ZeppelinDire Straits, Madonna, Queen, Joan BaezDavid BowieBB KingMick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartneyPhil CollinsEric Clapton e Black Sabbath com o proposito de chamar a atenção  pelo fim da fome na Etiópia.  Vinte Anos depois, no dia 2 de julho de 2005 acontecia o início do Live Aid 8 (The long walk to justice) e desde então se comemora o Dia Mundial do Rock, um estilo musical cheio de vertentes, história e que está presente em nossas vidas, como uma maneira de expressão de ideais, sentimentos, desejos.

rock in rock

Mike Patton, por sua vez não se prende fielmente a esse estilo musical. Ele é capaz de fazer qualquer coisa e se encaixar em qualquer estilo. Portanto suas criações nasceram relacionadas ao Rock como acontece com o Mr. Bungle passando pelo Faith no More, Fantômas, Tomahawk entre participações com o Sepultura entre outros.

Para marcarmos esse dia, resolvi postar algumas vídeos das minhas músicas preferidas e dizer: Long Live ao Rock in Roll.

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Dave Lombardo – [Slayer] estará no próximo álbum do Sepultura.

Photo Credit: Marv Watson

Photo Credit: Marv Watson

Texto Traduzido: Acesse o original Aqui

Original post English Click here to head

A Banda Brasileira de Trash Metal Sepultura está atualmente gravando um novo álbum com o produtor Ross Robinson em Venice na Califórnia. Blabbermouth relata: A banda foi recebida com uma notícia surpreendente que Dave Lombardo em contato com eles,  se ofereceu para gravar algumas faixas tocando bateria. O Guitarrista da Banda deu a seguinte declaração ao diário de Pernambuco:

Dave Lombardo, o primeiro e único ex-baterista do SLAYER, também toca com Mike Patton no FANTOMAS, era real no estúdio com seus filhos e seu cão e destrufa desfrutar de algum tempo na praia, Ross perguntou se ele gostaria de vir para o estúdio tocar  algo em nosso álbum e ele disse que sim! Estávamos tão animados, não podia acreditar que um dos nossos grandes ídolos estava pronto para fazer parte do nosso novo álbum.
Ele veio e foi tão bom, tão especial, tão incrível! Ele é um dos caras mais legais no mundo dos negócios e ele gostou muito da ideia. Ross e Mike preparou dois conjuntos de bateria na sala de estar, um de frente para o outro, sem pratos, apenas tambores tribais! Quando os microfones estavam prontos e funcionando Eloy e Dave começou a tocar e a mágica estava ligada, tão grande! A parte que eles gravaram será uma parte especial no meio de uma das músicas, saiu louco!

Derrick Green compartilhou um pequeno trecho de um vídeo desse momento com o Diário de Pernambuco 

O Novo trabalho do Sepultura está previsto para Outubro deste Ano.

Mike Patton: A Singer With Energy – 1999

Mike Patton: A Singer With Energy NEW YORK

Source: Pattonism

(Associated Press) – A grin spreads across singer Mike Patton’s face as he considers the notion of someone remixing the latest musical creation by his band Mr. Bungle. Patton, whose devilish countenance is accentuated by a scruffy goatee and hair that is greased and slicked back, dismisses the rumor as “a bunch of hot air” meant to stir publicity for “California”, Mr. Bungle’s third record in nearly 10 years.

There was speculation that the producer for Grammy Award-winning singer Lauryn Hill had expressed interest. It might have helped “if we would’ve paid him half-a-million,” Patton cracks as he sits tucked away inside a wooden booth at a downtown club. The idea of someone trying to decode the album’s labyrinthine track sheets is mind-boggling. On one track is a bongo, tom-tom, three guitar notes and backward cymbal. “Seriously, it’s ridiculous,” the 31-year-old musician said. “You need a dictionary to decipher what’s going on in that music.” Mr. Bungle’s music exists on the outer limits of the avant-garde.

Its place on the musical spectrum is surrounded by the likes of Frank Zappa, film composer Ennio Morricone and 20th-century composer Iannis Xenakis. The band has been together 15 years, since Patton was a teen-ager in Eureka, Calif. Yet Patton is most recognizable as the vocalist for Faith No More, which disbanded earlier this year. Patton joined Faith No More 10 years ago, while continuing his association with Mr. Bungle. He brought talent and inventiveness into the wearisome realm of alternative music, armed with a brash attitude and a dynamic voice capable of bellowing out a death metal growl or a lilting angelic whisper. While Mr. Bungle is known only in limited circles, Faith No More was more closely aligned with mainstream rock radio and MTV. The band’s popularity grew after Patton’s arrival, but the newcomer was unimpressed and bored by the rock ‘n’ roll lifestyle.

He agitated the situation by offering candid and controversial drivel about his curious habits, ideas and obsessions. His onstage antics, some befitting a freak show, didn’t help and bestowed upon him the mystique of a mad genius. “I think the press picked up so much on it because there was no other angle to grab on to, meaning I don’t think they understood the music,” he said. But being connected to the mainstream had its advantages.

On the 1990 video for ‘Epic,” Faith No More’s biggest song, Patton seized the opportunity to promote Mr. Bungle by donning one of the band’s T-shirts. A record contract with Warner Bros. followed. Mr. Bungle’s first album was a genre-hopping roller coaster ride littered with plenty of raw humor and a variety of snippets taken from many sources, including porn films, field recordings of the band hopping trains and a 1950s educational skit featuring a puppet, from which the band took its name. The album was a collision of jazz, speed metal and carnival music. “California” is a surprisingly linear album, even by mainstream standards. Though it covers just as much ground as its predecessors – from Romanian gypsy music to ’50s doo-wop – it works best as a cohesive album rather than a disjointed crash course in musicology. That the band has remained on a major label for so many years is “really kind of an achievement and pretty surprising,” Patton said. Could Ipecac Recordings, his new independent record label, ever sustain Mr. Bungle? “At this point, we’ve learned to live on a major label and we’re used to that kind of diet,” he said. “Bungle is a pain.

Bungle demands a lot.” The recording process for ‘California” at times required several 24-track machines and more than 50 analog tracks. The backbone of the band’s current live show is a medley of synthesizers and electronic accessories. “It’s pretty new for most of us – learning that whole language, sampling, editing, programming,” he said. Absent from the band’s current tour are its trademark masks and outfits, due to the increased demands of the music. Patton, who once hid behind bondage masks, wears a floral-print shirt and khaki pants to match the tour’s California-tourist theme. Band members had to surrender their personal and social lives for a few months to prepare for the tour. For Patton, the sacrifice was a labor of love. “I don’t really live anywhere. San Francisco is my home, but I go back and forth to Italy because my wife lives there.” He also divides his time among various musical projects. Fantomas, an avant-garde group, evolved out of what Patton said is his frustration with the unimaginative state of death metal music.

Fantomas’ debut album is difficult to digest in one sitting. But taken individually, its 30 tracks – some only several seconds long – provide a refreshing take on the genre. For another project, Patton is blending the sounds of a small choir, live strings, a DJ and plenty of his laudable crooning. Both will be released on Ipecac, whose eclectic roster includes grunge godfathers the Melvins, Japanese noise artist Merzbow and The Kids From Widney High, a group of mentally challenged youngsters who opened Mr. Bungle’s first two shows on the recent tour. “It was like a really emotional experience because what’s coming off the stage is … 100 percent real and that’s a pretty precious commodity. Ninety percent of the bands you see in nightclubs these days don’t have that and these guys did, and it was pretty deep, a really beautiful thing. They were smoking.” Patton wants to take his ideas, energy and obsessions and give them structure and a viable medium. “When I was in Faith No More, people assumed it was the real deal and I was joking around with all the rest of it. … And now people will assume that Mr. Bungle is where I’m sincere. I have to dedicate a little more time to Mr. Bungle, absolutely, it’s a touring band.

A lot of my other projects are studio projects, you do the record and it’s over. “To me, it’s all important.”

Wednesday, October 13 1999

Fantômas: Delirium Cordia – Classic Rock Magazine 2003

Review – Fantômas Delirium Cordia

Source: Pattonism

Fantômas

From page 82 of Classic Rock Magazine Christmas 2003

‘Delirium Cordia’ (Ipecac Recordings) Fantômas, Mike Patton’s first project after the dissolution of Faith No More, was primarily a collaboration with Melvins frontman Buzz Osbourne. ‘Delirium Cordia’ is one of two albums recorded concurrently and purports to reveal the band’s more laid-back side. However, this album chills you out in a way that is anything but easy listening.

If Black Sabbath had written the score for The Omen after listening to KLF, this is what it would have sounded like. read more